O amanhã é uma nova era na vida de nosso ser, quando construímos um imaginário universo de sonho e realidade ao conjunto de novos ideais. Assim é a nossa conduta neste comensurável espetáculo, mas precisamos abraçar, em nossos corações, gesto de virtude e amor ao próximo, o que ainda nos falta desse legado em nós. Talvez, seja necessário folhear o livro da vida para assemelharmo-nos à sua grandiosidade.
Contudo, necessitamos o quanto antes nos harmonizar e haver conscientização entre os povos acima de tudo; que as guerras, a fome e a miséria sejam banidas do nosso planeta. Se todos pensarem igualmente e seguirem a mesma direção da fraternidade, certamente teremos uma paz duradoura, palavra de expressividade relevante que nos elevará ao grau maior da nossa inteligência, pois não haverá outra junção enquanto não estivermos na plena harmonia.
Vamos hastear a bandeira da paz em nossos corações para, então, construirmos um mundo melhor para a nossa gente, sem distinção de raça ou crença; algum dia, a história vai narrar o imponente acontecimento que se fez em nós. Com certeza, os olhares das pessoas vão ser mais cintilantes a nosso ver. Assim, vamos perceber o quanto foi preciso mudar em nós.
Ademar de Sousa Maria
“Não faça calar o choro de uma criança, mas que ele se desabroche em sorriso.”
“Dignos são os homens que buscam um mundo mais humano para as pessoas, pois eles sabem que não está muito distante de nós e sim da vontade de querermos esse Universo verdadeiro em nós.”
“Quando o cérebro de um homem flui palavras magníficas, é possível afirmar que o seu coração é a casa de majestosa nobreza.”
“Quando todos os povos permitirem deste legado de sabedoria em seus corações: a bondade, a fraternidade e o sentimento de amor ao próximo, certamente faremos um mundo de grandeza inigualável em nós.”
Ademar de Sousa Maria
O grande mentor deste livro foi de todo e sempre a sua vivência com o mundo subjetivo no trato da grandeza de sua terra. Ainda muito pequeno, vem para a cidade grande, notadamente, Salvador, mas as lembranças ficaram impressas em sua memória; que aos quinze anos de idade começa a rabiscar folha de papel em branco na criação de poemas, que já demostrava interesse pela arte de escrever versos de maneira desprovida de métrica, mas de uma maneira singular. De volta à sua cidade natal, Itagibá – BA, notabiliza em pensamento toda aquela beleza ao seu entorno, que mais tarde transcreveria a sua grandiosidade.
Todavia, ele não esmorece em sua criação, criando incessantemente até os dias de hoje, e mais tarde, em 1985, com ajuda de um amigo, ingressa no grupo literário CEPA – Círculo de Estudos Pensamento e Ação, onde consegue editar três antologias e várias publicações de obras. Com isso, obtendo um grande avanço na sua vida literária; em 2010, edita sua primeira obra pelo EDA – Escritório de Direito Autorais. Esse caminho poético o autor faz de sua trajetória a arte de escrever poemas, que de fato já o consagrou em espírito e alma nesses longos anos de uma vida pacata, mas com o objetivo de ver as suas obras nas mãos do leitor de todo o mundo, uma vez que a temática é a busca pelo social e a conservação de nosso incomensurável planeta Terra.
Decerto, quando alguém se enleva ao universo literário, adentra-se na abstração do aprazível interior poético para transcrever a grandiosidade da natureza, e de quão é bela a sua magnitude. Assim, são os versos transcritos pelo autor neste modesto livro poético. Visto que o saudoso Manuel Bandeira enunciava: que era apenas “um poeta menor”. Já que o grande mentor dessa arte é a mãe natureza. Nota-se, portanto, que os versos dispostos são construções literárias do giro cotidiano, fazendo entender a relação humana com a grandeza da natureza, uma vez que é incessante a busca pelo conceito da realeza, quando não se assiste nos homens essa virtude em seus corações.
Percebe-se que os poemas citados não obedecem a nenhuma relação com a métrica ou rima, já que são versos de conotação livre e soltos, facilitando sobremodo a sua compreensão poética, sem qualquer armadura com o modelo clássico antes da Semana de Arte Moderna (o modernismo). Esse modo de pensar a literatura genuinamente nos moldes literários brasileiros já era pretensão do escritor José de Alencar, pensamento que os escritores portugueses eram literalmente contrários, pelo fato de o Brasil ser representado por colônia. Essa discussão travava questão literária acirrada, visto que o Brasil já tinha a sua independência e todas as condições representativas para constituir a sua própria literatura brasileira.
Notadamente, verso é um enunciado de texto sem comedimento em sua dimensão, que decola voo como um pássaro condor a novos horizontes, seja ele de um Baudelaire ou Drummond de Andrade. A partir de então, outros versos constituem um poema; seja qual for a sua estrutura é um verso, com doze sílabas ou não, representado pelo termo alexandrino; os de maior extensão não têm um nome definido, mas não deixam de ser um verso. Nessa perspectiva, ao folhear o livro Os encantos da minha terra, não será diferente a sua leitura, uma vez que ele aponta para o modernismo com versos que fogem aos padrões dos clássicos, buscando uma literatura de pensamento livre capaz de atender as demais classes sociais.
Nota-se que as duzentas poesias codificadas deste livro falam tão somente da vivência de seus tempos de outrora, relatos antecedidos a sua geração, seu modo de pensar a época presente como também a futura, a causa social do indivíduo na qual ele está inserido; falo, também, das temíveis armas nucleares, fazendo entender ao homem que o nosso planeta precisa ser conservado e não devastado por um foguete atômico como o fizeram em Hiroshima e Nagasaki. Certamente, se pensarmos de modo diferente ao que está ao nosso entorno, seremos, sem sombra de dúvida, seres racionais comprometidos com a realidade social e do planeta Terra. Nesse sentido, a poesia é o veículo de comunicação para externar sobre o que o autor pensa do “sistema”, que, por falta de raciocínio, logo faz com que ainda tenhamos a miséria nos quatro cantos do planeta.
Ademar Pinto de Sousa Maria / Jéssica Souza dos Santos
A sabedoria está acima de todos os valores materiais quando se concentra o bem-estar no homem, e desse princípio Deus nos fez criaturas.
Ainda é tempo de buscarmos as grandiosas virtudes: bondade e o amor ao próximo, pois nasceriam tão sublimes em nossos corações. Certamente, nosso pensar nos conduziria à paz.
Ademar de Sousa Maria
Egoísmo não se propaga com a luz. Viver dessa constância é ter em si um mundo não fraterno.
Existência: símbolo da vida, arte e grandeza em todos nós que nos enobrece a partir das nossas ações.
Grandeza: ser sublime que nasce em nosso coração. Assim, nos faz acreditar que vivenciamos algo maravilhoso em nós.
Marte: trajetória para aqueles que tentam fugir da realidade da Terra, quando na realidade é ela que deveríamos acolher como consagração de nossas vidas.
Mostra o tamanho de teus pés; o de tua sombra logo saberás em qualquer ponto do Universo.
Não matemos uma vida, para que nossa alma também não morra. Se o fizermos, não seremos irmanados como seres nobres em sua plenitude.
Ademar de Sousa Maria
Ao nos debruçarmos em nossos travesseiros, vivenciamos um momento de tranquilidade mental, mas logo despertamos e sentimos que estamos caminhando em direção contrária.
Se nos igualássemos ao mundo imaginário de uma criança em sua plenitude, certamente seríamos uma grande nação de povos comprometidos com o bem-estar social e com a conservação do planeta.
Ademar de Sousa Maria
Esta notória obra é reflexo da convivência do autor com o verde da natureza na estância onde nasceu, Itagibá – BA. A partir de então, pôde transcrever uma narrativa voltada para o bem-estar do homem, assim como para o imenso Universo e toda a grandiosidade do seu entorno. Em Minha poesia, a presença do lirismo é marcante tanto nos textos curtos como nos de certa extensão.
Do ponto de vista literário, ele não se distancia do modernismo, movimento que promoveu os versos em forma de prosa, sem nenhuma métrica e rima. Ainda assim, também é presente o romantismo numa manifestação lógica do sentimento, a emoção em sua construção literária. Nessa distinção poética, o leitor se dará à leitura com maior compreensão do enunciado pela natureza dos versos, com cadência livre em quase todo o trajeto dos poemas.
Desse modo, não será difícil compreender o pensamento do autor no adentrar da leitura. Haja vista que sua temática é sempre pelo social, encadeando toda obra a literária, a fim de entender as relações do homem numa sociedade moderna tão carente de amor-próprio e na qual a benevolência seria o caminho coerente para todos nós.
Ademar de Sousa Maria
Bem antes mesmo de sua criação, os poemas codificados no livro Minha poesia já haviam sido escritos a partir de esplêndidas imagens da cidade natal do autor, Itagibá – BA. Entretanto as obras inferidas nesta coletânea são de temáticas diversificadas que permitem uma leitura única de vários assuntos pertinentes à nossa conjuntura social, pois muito se debate na tentativa de melhoria consolidada, seja ela o bem-estar do homem assim como do planeta. São poemas que nascem da imaginação do autor, o qual os transforma em versos, buscando uma organização social mais igualitária para o homem.
Seu nascimento data de 6 de agosto de 1954. Ademar Pinto de Sousa Maria é o filho mais velho do senhor Geraldo Pinto de Souza e da senhora Anésia Rocha de Souza. Seu período de infância na estância foi bastante benéfico; apesar de tão pouco tempo, pôde vivenciar um mundo à sua fantasia, mais tarde transcrevendo em versos a beleza da sua cidade.
Ademar é formado em Letras com Habilitação em Língua Portuguesa e Respectivas Literaturas pela Faculdade Unijorge – Centro Universitário Jorge Amado (2017); e pós-graduado em Letras (lato sensu), com especialização em Gramática e Texto pela Universidade Unifacs (2019), ambas de Salvador – BA. Em 2019, ingressou no curso de Direito como aluno especial, cursando 16 Minha poesia apenas uma disciplina: Instituição de Direito Público e Privado, pela UFBA – Universidade Federal da Bahia. Em 1985, juntou-se ao grupo literário CEPA – Círculo de Estudo Pensamento e Ação, localizado na Praça da Sé, em Salvador, de onde lançou três coletâneas: Liame, (1984, Centro de Estudo Pensamento e Ação), Transpoema (1985, Centro de Estudo Pensamento e Ação) e Antologia poética nordestina (1986).
Desse modo, a poesia é o instrumento que o poeta utiliza para dizer como seria nosso universo exterior; uma vez escrita, ela levanta voo rumo a novos horizontes, testificando o descontentamento (ou contentamento) originado. Em certos momentos, o leitor navegará em poemas de pouca extensão; em outros, poemas maiores, mas todos com a mesma expressividade no contexto da narrativa. Nota-se também que eles não obedecem a nenhuma métrica na estrutura poética dos padrões clássicos anteriores à Semana da Arte Moderna, que se consolidou na escrita de versos livres, portanto via de regra se dará maior entendimento ao leitor.
Todavia, a criação de um movimento literário que representasse nossa fala e nossa expectativa de vida já era pensamento do escritor José de Alencar e outros, que tinham propostas de novos moldes de literatura voltada para nossa terra, uma vez que o Brasil Colônia tinha todas as condições favoráveis a essa estrutura literária que mais tarde culminaria na Semana da Arte Moderna. Esta se trata de um movimento liderado por Oswald de Andrade e outros literatos da época que logo tomou repercussão territorial sem dimensão, pois se necessitava urgentemente de Ademar de Sousa Maria 17 uma mudança no país com uma nova Constituição social que consolidasse a todos os brasileiros.
Nessa perspectiva, os poemas elencados neste livro não fogem à regra do modernismo. São moldes característicos da poesia livre que sai do âmago do autor para representar o contexto social do momento e de épocas anteriores. A poesia criada espontaneamente toma voo comparável ao do pássaro condor e vai adiante do autor, carregando a mensagem a outrem. O leitor, então, transmite a palavra a outras pessoas, formando desse modo uma cadeia de pensamento interminável. Nesse contexto, a poesia é feita do aspecto do imaterial a partir da linguagem subjetiva, em que a emoção e o sentimento se confundem com o mundo interior do autor.
Assim, a poesia é considerada a configuração mais expressiva da arte pela linguagem, materializada em forma de pensamento pela manifestação da metafísica numa comunicação reflexiva pela estética. O autor desencadeia seus atos emotivos numa projeção intermitente de ações lógicas, buscando as imagens e símbolos na construção de seus versos e prosas. Nota-se que esses valores intelectuais são armazenados no subconsciente para serem transcritos numa folha de papel em branco, formando um novo universo de formação literária. Assim sendo, depois de tomada sua forma poética, a obra é disseminada no espaço geográfico das artes.
É nesse sentido que o autor interage com o público sobre nossa relação com o planeta, tão castigado pela irreverência humana, sem que haja um célebre homem de comando que venha direcioná-lo 18 Minha poesia num contexto mais racional. Nosso orbe está necessitado da nossa preservação para continuar a existir em sua grandeza arquitetônica ao nosso olhar; se não o fizermos, certamente não teremos o seu esplendor como parte de nossas vistas em cada espaço cósmico. Direcionemos nossas ações a Ele, e veremos quantas transformações ocorrerão em pouquíssimo tempo.
Ademar de Sousa Maria
As pessoas se perguntam quanto ao futuro diante da incerteza que levam em suas vidas, sem esperança de rumar numa direção próspera. Enquanto houver vaidade nos homens, através de seus mirabolantes projetos, não será possível direcionar o pensamento na busca da plena dignidade para todos nós, sobretudo do bem socioeconômico próspero.
O mundo necessita acordar o quanto antes deste espólio de desigualdade que perdura há séculos na mente ultrapassada dos homens. Não depositam sua esperança nas crianças de hoje, que serão os homens de amanhã. Certamente, elas terão uma visão abrangedora na condução de perspectiva humanista em prol do bem-estar social mais equânime para os indivíduos. Seguramente, farão os povos acordarem deste sono letal e então irão vivenciar momentos de esperança para nossa gente (desejada algum dia) de abraçar nossos irmãos num mesmo segmento harmonioso.
Estamos diante de uma questão nobre: paz. A grandeza maior ainda está por nascer nos corações dos homens, enquanto este chão sagrado em que pisamos permanece um martírio por assistir tanta atrocidade. Na verdade, esquecemos que o Criador moldou a arte humana e nos fez da mesma razão, não discriminando em sua conjuntura, atribuindo-lhe sabedoria e ensinando, sobretudo na condução da fé, o destino do nosso planeta.
Ademar de Sousa Maria
Os poemas elencados neste livro não fogem à regra do modernismo. São moldes característicos da poesia livre que sai do âmago do autor para representar o contexto social do momento e de épocas anteriores. A poesia criada espontaneamente toma voo comparável ao do pássaro condor e vai adiante do autor, carregando a mensagem a outrem.
A poesia é considerada a configuração mais expressiva da arte pela linguagem, materializada em forma de pensamento pela manifestação da metafísica numa comunicação reflexiva pela estética. O autor desencadeia seus atos emotivos numa projeção intermitente de ações lógicas, buscando as imagens e símbolos na construção de seus versos e prosas. Nota-se que esses valores intelectuais são armazenados no subconsciente para serem transcritos numa folha de papel em branco, formando um novo universo de formação literária.
Ademar de Sousa Maria
Sinopse
Os poemas elencados neste livro não fogem à regra do modernismo. São moldes característicos da poesia livre que sai do âmago do autor para representar o contexto social do momento e de épocas anteriores. A poesia criada espontaneamente toma voo comparável ao do pássaro condor e vai adiante do autor, carregando a mensagem a outrem.
A poesia é considerada a configuração mais expressiva da arte pela linguagem, materializada em forma de pensamento pela manifestação da metafísica numa comunicação reflexiva pela estética. O autor desencadeia seus atos emotivos numa projeção intermitente de ações lógicas, buscando as imagens e símbolos na construção de seus versos e prosas. Nota-se que esses valores intelectuais são armazenados no subconsciente para serem transcritos numa folha de papel em branco, formando um novo universo de formação literária.
Ademar de Sousa Maria
Detalhes
“Elevador Lacerda” Eu faço parte desta Terra, Pela tamanha grandeza, Tu és Salvador. Sou vertical, Chamam-me de “Elevador Lacerda”. Eu s...