quarta-feira, 15 de junho de 2022

"Imagem da irmã do Autor" - Livro Berço de Poemas

 


Maria da Paixão
 
Magnificência que vem do espírito de ti,
Amor divino, a fez o Criador;
Reluzente em plenitude, bem como,
Imponência resplandece quão cintilar do sol,
Amada mãe, fulgura esplendorosa na relação humana.
 
Dádiva é a vida que Deus te deu,
Assim como, em tua grandeza nasceste.
 
Paixão é a tua alma gêmea,
Aparição que vem do cerne de ti, assim como,
Indubitáveis são as tuas virtudes,
X - a essência da poesia,
A memorável criatura,
O riso, conduta de caráter desse ser singelo.
 
Ademar de Sousa Maria 
25 de novembro de 200

terça-feira, 14 de junho de 2022

"Prólogo de obra" - Livro Os Encantos da Minha Terra

O amanhã é uma nova era na vida de nosso ser, quando construímos um imaginário universo de sonho e realidade ao conjunto de novos ideais. Assim é a nossa conduta neste comensurável espetáculo, mas precisamos abraçar, em nossos corações, gesto de virtude e amor ao próximo, o que ainda nos falta desse legado em nós. Talvez, seja necessário folhear o livro da vida para assemelharmo-nos à sua grandiosidade.

Contudo, necessitamos o quanto antes nos harmonizar e haver conscientização entre os povos acima de tudo; que as guerras, a fome e a miséria sejam banidas do nosso planeta. Se todos pensarem igualmente e seguirem a mesma direção da fraternidade, certamente teremos uma paz duradoura, palavra de expressividade relevante que nos elevará ao grau maior da nossa inteligência, pois não haverá outra junção enquanto não estivermos na plena harmonia.

Vamos hastear a bandeira da paz em nossos corações para, então, construirmos um mundo melhor para a nossa gente, sem distinção de raça ou crença; algum dia, a história vai narrar o imponente acontecimento que se fez em nós. Com certeza, os olhares das pessoas vão ser mais cintilantes a nosso ver. Assim, vamos perceber o quanto foi preciso mudar em nós. 

Ademar de Sousa Maria 

"Frases do Autor" - Livro Os Encantos da Minha Terra

“Não faça calar o choro de uma criança, mas que ele se desabroche em sorriso.”

“Dignos são os homens que buscam um mundo mais humano para as pessoas, pois eles sabem que não está muito distante de nós e sim da vontade de querermos esse Universo verdadeiro em nós.”

“Quando o cérebro de um homem flui palavras magníficas, é possível afirmar que o seu coração é a casa de majestosa nobreza.” 

“Quando todos os povos permitirem deste legado de sabedoria em seus corações: a bondade, a fraternidade e o sentimento de amor ao próximo, certamente faremos um mundo de grandeza inigualável em nós.”

Ademar de Sousa Maria

"Apresentação de obra" - Livro Os Encantos da Minha Terra

O grande mentor deste livro foi de todo e sempre a sua vivência com o mundo subjetivo no trato da grandeza de sua terra. Ainda muito pequeno, vem para a cidade grande, notadamente, Salvador, mas as lembranças ficaram impressas em sua memória; que aos quinze anos de idade começa a rabiscar folha de papel em branco na criação de poemas, que já demostrava interesse pela arte de escrever versos de maneira desprovida de métrica, mas de uma maneira singular. De volta à sua cidade natal, Itagibá – BA, notabiliza em pensamento toda aquela beleza ao seu entorno, que mais tarde transcreveria a sua grandiosidade.

Todavia, ele não esmorece em sua criação, criando incessantemente até os dias de hoje, e mais tarde, em 1985, com ajuda de um amigo, ingressa no grupo literário CEPA – Círculo de Estudos Pensamento e Ação, onde consegue editar três antologias e várias publicações de obras. Com isso, obtendo um grande avanço na sua vida literária; em 2010, edita sua primeira obra pelo EDA – Escritório de Direito Autorais. Esse caminho poético o autor faz de sua trajetória a arte de escrever poemas, que de fato já o consagrou em espírito e alma nesses longos anos de uma vida pacata, mas com o objetivo de ver as suas obras nas mãos do leitor de todo o mundo, uma vez que a temática é a busca pelo social e a conservação de nosso incomensurável planeta Terra.

Decerto, quando alguém se enleva ao universo literário, adentra-se na abstração do aprazível interior poético para transcrever a grandiosidade da natureza, e de quão é bela a sua magnitude. Assim, são os versos transcritos pelo autor neste modesto livro poético. Visto que o saudoso Manuel Bandeira enunciava: que era apenas “um poeta menor”. Já que o grande mentor dessa arte é a mãe natureza. Nota-se, portanto, que os versos dispostos são construções literárias do giro cotidiano, fazendo entender a relação humana com a grandeza da natureza, uma vez que é incessante a busca pelo conceito da realeza, quando não se assiste nos homens essa virtude em seus corações.

Percebe-se que os poemas citados não obedecem a nenhuma relação com a métrica ou rima, já que são versos de conotação livre e soltos, facilitando sobremodo a sua compreensão poética, sem qualquer armadura com o modelo clássico antes da Semana de Arte Moderna (o modernismo). Esse modo de pensar a literatura genuinamente nos moldes literários brasileiros já era pretensão do escritor José de Alencar, pensamento que os escritores portugueses eram literalmente contrários, pelo fato de o Brasil ser representado por colônia. Essa discussão travava questão literária acirrada, visto que o Brasil já tinha a sua independência e todas as condições representativas para constituir a sua própria literatura brasileira.

Notadamente, verso é um enunciado de texto sem comedimento em sua dimensão, que decola voo como um pássaro condor a novos horizontes, seja ele de um Baudelaire ou Drummond de Andrade. A partir de então, outros versos constituem um poema; seja qual for a sua estrutura é um verso, com doze sílabas ou não, representado pelo termo alexandrino; os de maior extensão não têm um nome definido, mas não deixam de ser um verso. Nessa perspectiva, ao folhear o livro Os encantos da minha terra, não será diferente a sua leitura, uma vez que ele aponta para o modernismo com versos que fogem aos padrões dos clássicos, buscando uma literatura de pensamento livre capaz de atender as demais classes sociais.

Nota-se que as duzentas poesias codificadas deste livro falam tão somente da vivência de seus tempos de outrora, relatos antecedidos a sua geração, seu modo de pensar a época presente como também a futura, a causa social do indivíduo na qual ele está inserido; falo, também, das temíveis armas nucleares, fazendo entender ao homem que o nosso planeta precisa ser conservado e não devastado por um foguete atômico como o fizeram em Hiroshima e Nagasaki. Certamente, se pensarmos de modo diferente ao que está ao nosso entorno, seremos, sem sombra de dúvida, seres racionais comprometidos com a realidade social e do planeta Terra. Nesse sentido, a poesia é o veículo de comunicação para externar sobre o que o autor pensa do “sistema”, que, por falta de raciocínio, logo faz com que ainda tenhamos a miséria nos quatro cantos do planeta.

Ademar Pinto de Sousa Maria / Jéssica Souza dos Santos


"Meditações do Autor" - Livro Os Encantos da Minha Terra

A sabedoria está acima de todos os valores materiais quando se concentra o bem-estar no homem, e desse princípio Deus nos fez criaturas.

Ainda é tempo de buscarmos as grandiosas virtudes: bondade e o amor ao próximo, pois nasceriam tão sublimes em nossos corações. Certamente, nosso pensar nos conduziria à paz.

Ademar de Sousa Maria 

"Frases do Autor" - Livro Minha Poesia

Egoísmo não se propaga com a luz. Viver dessa constância é ter em si um mundo não fraterno.

Existência: símbolo da vida, arte e grandeza em todos nós que nos enobrece a partir das nossas ações. 

Grandeza: ser sublime que nasce em nosso coração. Assim, nos faz acreditar que vivenciamos algo maravilhoso em nós. 

Marte: trajetória para aqueles que tentam fugir da realidade da Terra, quando na realidade é ela que deveríamos acolher como consagração de nossas vidas. 

Mostra o tamanho de teus pés; o de tua sombra logo saberás em qualquer ponto do Universo. 

Não matemos uma vida, para que nossa alma também não morra. Se o fizermos, não seremos irmanados como seres nobres em sua plenitude.

Ademar de Sousa Maria

"Meditações do Autor" - Livro Minha Poesia

Ao nos debruçarmos em nossos travesseiros, vivenciamos um momento de tranquilidade mental, mas logo despertamos e sentimos que estamos caminhando em direção contrária.

Se nos igualássemos ao mundo imaginário de uma criança em sua plenitude, certamente seríamos uma grande nação de povos comprometidos com o bem-estar social e com a conservação do planeta. 

Ademar de Sousa Maria

"Parte de obra" - Livro Minha Poesia

Esta notória obra é reflexo da convivência do autor com o verde da natureza na estância onde nasceu, Itagibá – BA. A partir de então, pôde transcrever uma narrativa voltada para o bem-estar do homem, assim como para o imenso Universo e toda a grandiosidade do seu entorno. Em Minha poesia, a presença do lirismo é marcante tanto nos textos curtos como nos de certa extensão.

Do ponto de vista literário, ele não se distancia do modernismo, movimento que promoveu os versos em forma de prosa, sem nenhuma métrica e rima. Ainda assim, também é presente o romantismo numa manifestação lógica do sentimento, a emoção em sua construção literária. Nessa distinção poética, o leitor se dará à leitura com maior compreensão do enunciado pela natureza dos versos, com cadência livre em quase todo o trajeto dos poemas.

Desse modo, não será difícil compreender o pensamento do autor no adentrar da leitura. Haja vista que sua temática é sempre pelo social, encadeando toda obra a literária, a fim de entender as relações do homem numa sociedade moderna tão carente de amor-próprio e na qual a benevolência seria o caminho coerente para todos nós.  

Ademar de Sousa Maria 

segunda-feira, 13 de junho de 2022

"Apresentação de obra" - Livro Minha Poesia

Bem antes mesmo de sua criação, os poemas codificados no livro Minha poesia já haviam sido escritos a partir de esplêndidas imagens da cidade natal do autor, Itagibá – BA. Entretanto as obras inferidas nesta coletânea são de temáticas diversificadas que permitem uma leitura única de vários assuntos pertinentes à nossa conjuntura social, pois muito se debate na tentativa de melhoria consolidada, seja ela o bem-estar do homem assim como do planeta. São poemas que nascem da imaginação do autor, o qual os transforma em versos, buscando uma organização social mais igualitária para o homem. 

Seu nascimento data de 6 de agosto de 1954. Ademar Pinto de Sousa Maria é o filho mais velho do senhor Geraldo Pinto de Souza e da senhora Anésia Rocha de Souza. Seu período de infância na estância foi bastante benéfico; apesar de tão pouco tempo, pôde vivenciar um mundo à sua fantasia, mais tarde transcrevendo em versos a beleza da sua cidade. 

Ademar é formado em Letras com Habilitação em Língua Portuguesa e Respectivas Literaturas pela Faculdade Unijorge – Centro Universitário Jorge Amado (2017); e pós-graduado em Letras (lato sensu), com especialização em Gramática e Texto pela Universidade Unifacs (2019), ambas de Salvador – BA. Em 2019, ingressou no curso de Direito como aluno especial, cursando 16 Minha poesia apenas uma disciplina: Instituição de Direito Público e Privado, pela UFBA – Universidade Federal da Bahia. Em 1985, juntou-se ao grupo literário CEPA – Círculo de Estudo Pensamento e Ação, localizado na Praça da Sé, em Salvador, de onde lançou três coletâneas: Liame, (1984, Centro de Estudo Pensamento e Ação), Transpoema (1985, Centro de Estudo Pensamento e Ação) e Antologia poética nordestina (1986).

Desse modo, a poesia é o instrumento que o poeta utiliza para dizer como seria nosso universo exterior; uma vez escrita, ela levanta voo rumo a novos horizontes, testificando o descontentamento (ou contentamento) originado. Em certos momentos, o leitor navegará em poemas de pouca extensão; em outros, poemas maiores, mas todos com a mesma expressividade no contexto da narrativa. Nota-se também que eles não obedecem a nenhuma métrica na estrutura poética dos padrões clássicos anteriores à Semana da Arte Moderna, que se consolidou na escrita de versos livres, portanto via de regra se dará maior entendimento ao leitor.

Todavia, a criação de um movimento literário que representasse nossa fala e nossa expectativa de vida já era pensamento do escritor José de Alencar e outros, que tinham propostas de novos moldes de literatura voltada para nossa terra, uma vez que o Brasil Colônia tinha todas as condições favoráveis a essa estrutura literária que mais tarde culminaria na Semana da Arte Moderna. Esta se trata de um movimento liderado por Oswald de Andrade e outros literatos da época que logo tomou repercussão territorial sem dimensão, pois se necessitava urgentemente de Ademar de Sousa Maria 17 uma mudança no país com uma nova Constituição social que consolidasse a todos os brasileiros.

Nessa perspectiva, os poemas elencados neste livro não fogem à regra do modernismo. São moldes característicos da poesia livre que sai do âmago do autor para representar o contexto social do momento e de épocas anteriores. A poesia criada espontaneamente toma voo comparável ao do pássaro condor e vai adiante do autor, carregando a mensagem a outrem. O leitor, então, transmite a palavra a outras pessoas, formando desse modo uma cadeia de pensamento interminável. Nesse contexto, a poesia é feita do aspecto do imaterial a partir da linguagem subjetiva, em que a emoção e o sentimento se confundem com o mundo interior do autor. 

Assim, a poesia é considerada a configuração mais expressiva da arte pela linguagem, materializada em forma de pensamento pela manifestação da metafísica numa comunicação reflexiva pela estética. O autor desencadeia seus atos emotivos numa projeção intermitente de ações lógicas, buscando as imagens e símbolos na construção de seus versos e prosas. Nota-se que esses valores intelectuais são armazenados no subconsciente para serem transcritos numa folha de papel em branco, formando um novo universo de formação literária. Assim sendo, depois de tomada sua forma poética, a obra é disseminada no espaço geográfico das artes.

É nesse sentido que o autor interage com o público sobre nossa relação com o planeta, tão castigado pela irreverência humana, sem que haja um célebre homem de comando que venha direcioná-lo 18 Minha poesia num contexto mais racional. Nosso orbe está necessitado da nossa preservação para continuar a existir em sua grandeza arquitetônica ao nosso olhar; se não o fizermos, certamente não teremos o seu esplendor como parte de nossas vistas em cada espaço cósmico. Direcionemos nossas ações a Ele, e veremos quantas transformações ocorrerão em pouquíssimo tempo.

Ademar de Sousa Maria

"Prólogo de obra" - Livro Minha Poesia

As pessoas se perguntam quanto ao futuro diante da incerteza que levam em suas vidas, sem esperança de rumar numa direção próspera. Enquanto houver vaidade nos homens, através de seus mirabolantes projetos, não será possível direcionar o pensamento na busca da plena dignidade para todos nós, sobretudo do bem socioeconômico próspero.

O mundo necessita acordar o quanto antes deste espólio de desigualdade que perdura há séculos na mente ultrapassada dos homens. Não depositam sua esperança nas crianças de hoje, que serão os homens de amanhã. Certamente, elas terão uma visão abrangedora na condução de perspectiva humanista em prol do bem-estar social mais equânime para os indivíduos. Seguramente, farão os povos acordarem deste sono letal e então irão vivenciar momentos de esperança para nossa gente (desejada algum dia) de abraçar nossos irmãos num mesmo segmento harmonioso.

Estamos diante de uma questão nobre: paz. A grandeza maior ainda está por nascer nos corações dos homens, enquanto este chão sagrado em que pisamos permanece um martírio por assistir tanta atrocidade. Na verdade, esquecemos que o Criador moldou a arte humana e nos fez da mesma razão, não discriminando em sua conjuntura, atribuindo-lhe sabedoria e ensinando, sobretudo na condução da fé, o destino do nosso planeta.

Ademar de Sousa Maria

"Sinopse de obra" - Livro Minha Poesia

Os poemas elencados neste livro não fogem à regra do modernismo. São moldes característicos da poesia livre que sai do âmago do autor para representar o contexto social do momento e de épocas anteriores. A poesia criada espontaneamente toma voo comparável ao do pássaro condor e vai adiante do autor, carregando a mensagem a outrem.

 

A poesia é considerada a configuração mais expressiva da arte pela linguagem, materializada em forma de pensamento pela manifestação da metafísica numa comunicação reflexiva pela estética. O autor desencadeia seus atos emotivos numa projeção intermitente de ações lógicas, buscando as imagens e símbolos na construção de seus versos e prosas. Nota-se que esses valores intelectuais são armazenados no subconsciente para serem transcritos numa folha de papel em branco, formando um novo universo de formação literária.

 

Ademar de Sousa Maria

 

"Livro Minha Poesia" - Modalidade Poesia


Sinopse

Os poemas elencados neste livro não fogem à regra do modernismo. São moldes característicos da poesia livre que sai do âmago do autor para representar o contexto social do momento e de épocas anteriores. A poesia criada espontaneamente toma voo comparável ao do pássaro condor e vai adiante do autor, carregando a mensagem a outrem.

A poesia é considerada a configuração mais expressiva da arte pela linguagem, materializada em forma de pensamento pela manifestação da metafísica numa comunicação reflexiva pela estética. O autor desencadeia seus atos emotivos numa projeção intermitente de ações lógicas, buscando as imagens e símbolos na construção de seus versos e prosas. Nota-se que esses valores intelectuais são armazenados no subconsciente para serem transcritos numa folha de papel em branco, formando um novo universo de formação literária.

Ademar de Sousa Maria

Detalhes

  • Páginas: 284
  • Encadernação: Brochura
  • Ano da edição: 2021
  • I.S.B.N.: 978-65-86751-88-8
  • Cód. barras:
  • Altura: 21,0 cm
  • Largura: 14,0 cm 
Aos olhos do campo

Eu desisti de morar na cidade-metrópole
Comprei uma passagem e fui residir no campo
Chegando lá, fiquei extasiado diante da tamanha maravilha
Que na metrópole não há espaço para tanta beleza;
Lá, há tranquilidade para meu fatigado espírito,
Uma vez que estou rodeado de muitos amigos,
E o coração farto de esbanjar bastante alegria.
Acredite! Tudo por lá é maravilhoso
A começar pelo verde ao meu redor;
Rios de uma brancura inigualável,
Que não existe em outro lugar,
Só quem preserva a natureza
Pode ter orgulho desse manto verdejante;
Por isso posso me sentir um homem privilegiado,
Por ter uma pequena área para meu cultivo.
Além do mais, um belo riacho de água cristalina,
Duas ou três cabeças de gado campeando no pasto
E um belo cavalo para meu rodeio em fins de semana.
Que adianta morar em uma cidade grande,
Quando tamanho encanto está estampado
No olhar do homem que sempre cultiva o campo.

Ademar de Sousa Maria  
9 de fevereiro de 2018.

Campo de batalha

Literalmente, confesso que não me dei conta
Quando estive no campo de batalha,
Pois não acreditei no que vi por lá:
A beleza do céu não se encontrava ali,
Catástrofe era o que se via naquele lugar,
Matava-se uns aos outros sem compaixão,
Lançando seus gigantescos foguetes mortíferos.
Eu pude ver que em toda aquela brutalidade humana
Não havia nenhum sentido de causa,
Quando era simplesmente
Pela manifestação da ganância. 

Tente abolir a guerra o quanto antes,
E compreenderá que nosso semelhante
Necessita infinitamente da paz duradoura
Em todos os níveis, sem demagogia e com respeito mútuo.
É possível criar um mundo em que haja tranquilidade
E conforto em toda a conjuntura social,
Não prepotente e irreverente em sua disposição,
Pois logo vai perceber que estava em direção contrária,
Por não referenciar a presença
Desta única mentalidade humanística, a paz.
 
Ademar de Sousa Maria
23 de outubro de 2011.

Desencontro social

Não é mesmo à toa que que moro na favela,

Uma vez que vim da cidade do interior
Pensando encontrar amparo na cidade grande.

Quando dei por conta da minha situação,
Eu estava alojado nos passeios das calçadas. 


Isso não é diferente para o meu conterrâneo,
A gente sonha com um mundo melhor,

Mas na verdade é o encontro da ilusão.
Só alguém vendo para testificar de fato

A verdadeira situação do nosso caro idealista.

Tudo é mesmo um verdadeiro contraste,
Se comparado ao imenso Brasil.

Dinheiro se vê para todo lado,
Mas falta no bolso do trabalhador.


Dessa maneira, vamos ter que mendigar
Por algum tempo de nossas vidas;

Mas enquanto a sorte na loteria não chega,
Vamos torcer por um país mais digno

No pensamento do povo cheio de esperança. 

Ademar de Sousa Maio 
9 de maio de 2012. 

Empobrecido pelo sistema

Eu não tenho sequer um canto

Estou mesmo na contramão
Da sociedade tão individualista,
Por fazer parte do povo empobrecido socialmente
E residente de favela em uma estrutura de barraco,
Mesmo assim eu me sinto honrado,
Por ser respeitado por todos à minha volta.
Isso é o que me sustenta pela busca dos meus ideais,
Sem dinheiro no bolso, essa é minha certidão,
Mas tenho a gratidão dos amigos…
Sou brasileiro, é o que me conforta.
Enquanto a corrupção não acaba,
Vou desviando dela como posso,
Sustentando minha família com o suor do meu rosto.
Isso sim é ser brasileiro, com honra na alma
E confiança na trajetória da vida.
Alguém diz que o jeitinho é quem sustenta a propina,
Que vai para o ralo o dinheiro do povo, 
Mas, se todos tivessem de fato consciência,
Não seriámos consumidos pela miséria e estupidez. 

Ademar de Sousa Maria 
2 de janeiro de 2018.
 
Forró do arrasta-pé 

Eu não sei se fico
Eu não sei se vou
O forró está bastante animado,
Defronte à casa de Dona Chiquinha.
Pelo visto, a festa não tem hora de acabar;
Enquanto houver folia, haverá também animação.

Seu Joaquim foi convidar
Moças e rapazes do Caruaru para a sua brincadeira;
Enquanto isso, Seu Genuíno esquenta a sanfona
Com canções nordestinas do seu repertório;
Certo que haverá uma grande festança
Na quadra do amigo e compadre Joaquim.

Aos poucos,
O espaço da quadra foi tomando corpo
Com a chegada de moças e rapazes
A convite do compadre Joaquim.
Logo o sanfoneiro de oito baixos, Seu Genuíno,
Sinaliza a todos que se organizem com seus pares,
Para que o forro arrasta-pé aconteça na hora exata;
Vai ser festa para o ano inteiro — diz o compadre Joaquim.

Ademar de Sousa Maria 
9 de janeiro de 2020.

Giro pelo mundo

Quando debruço meu olhar à janela do tempo

E olho a realidade do presente momento
Sobre os acontecimentos à minha volta,

Fico completamente perplexo
Pelos escândalos de corrupção

E a miséria assolando logo ali, no outro lado da nação.
Ateia-se a desigualdade social

Enquanto a burguesia é consolidada na Corte;
O mundo sofre com sua cólera,

Pelos valores morais que foram invertidos,
Comedida pela violência nos setores da sociedade.

Nossas ações éticas como cidadãos têm que ser revistas
Como indicador de cidadania e respeito ao próximo;

Tornemos esse princípio humanitário em realidade,
Para continuarmos promovendo a paz

Em toda a esfera do globo terrestre.
Desse modo, vamos construir um mundo de saberes,

E não de tantos contrastes sociais;
Porventura você já pensou nessa possibilidade de transformação?

Pois estamos necessitados desde já,
É quando haverá consonância por um mundo melhor.


Ademar de Sousa Maria 
11 de agosto de 2017. 

Histórico

O que dizem, meus amores?

O sonho não mais existe!
O entusiasmo mudou de endereço,

Ficando apenas o das minhas namoradas.

Eu já não faço histórias em quadrinhos
Para não cruzar seu nome ao meu

E dizer meu desejo com um beijo,
Quando meu coração sempre será o seu…


Não me faça pedido bastante bizarro,
Sou um historiador do meu destino,

Seu encanto já não cabe em mim,
Se foi! Apenas um adeus e nada mais.


Nosso caso, sim, é uma alma perdida,
Já não há mais pudor entre nós,

Consumado foi nosso ardor,

Voou como um belo pássaro condor.

Eu tenho muitas histórias tristes e alegres,
Mas nenhuma delas acontece de fato

Com o mesmo entusiasmo esperado;
A tristeza é o berço da minha saudade,

Mas a alegria é o caminho da minha conduta.

Ademar de Sousa Maria 
18 de maio de 2013.

Identidade do nosso cartão-postal

Os dias parecem que estão tão bem representados;
Quando nada se constrói em prol da humanidade!
Eu fico imaginando o que seria possível fazer
Para impulsar a benevolência ao homem;
Não me pergunte das muitas possibilidades
De termos essa realeza em nosso planeta;
Pergunte a si o que faria no dia seguinte,
E verá que nada foi igual ao dia anterior;
Estou extremamente pensativo com nosso orbe,
Pois não vejo grandiosidade humana,
Apenas a visão do lucro em seus negócios,
Esquecendo que o amor ao próximo será bem acolhido;
Vemos a cada dia o aperfeiçoamento de armas atômicas,
Que poderá destruir nossa esfera global em alguns segundos,
Sem terem a dignidade da existência de seres na Terra,
E que foram criados pelo poder da Mão Divina;
Vamos fazer os dias de uma mesma igualdade:
Apenas bondade em nossos corações e amor ao próximo.

Ademar de Sousa Maria 
16 de maio de 2017. 

Jovialidade contemplada

Eu não tenho sossego no meu canto,

Só rumores de poluição sonora
Desconcentra meu poder de criação literária,
Uma vez que tenho novos projetos em pauta
Assim me vejo entre a ânsia e a vontade,
Mas nada se contempla
Em uma calma tão cadenciosa.
 
Cheguei a pensar
Que eu perdi literalmente a calma,
Mas foram apenas rumores da minha apreciação,
Quando estou em êxtase com a criatividade
E nada vai conturbar meu estado de espírito;
Pois navego nesta primazia…
Copiando no tempo
As histórias que hei de contar.

Assim é meu canto na madrugada,
Serena e suave ao pé da letra,
Sabe recitar versos que vêm da alma
Na grandeza encantadora de uma criança;
Isso me encanta,
Sem que eu perceba
Toda a jovialidade em mim.

Ademar de Sousa Maria 
4 de dezembro de 2019. 

Longa espera de sonhos

Eu não sei da minha direção

Ao completar meus tempos de aposentadoria trabalhista;
É uma longa espera que cansa na vista da gente,
O silêncio atordoa o pensamento de quem acredita
Algum dia viver a ilusão de glória e descanso na velhice.

Logo vem um silêncio tardio à direção do caminho,
Como se fosse um túnel cujo fim não se avista;
Tudo é muito incerto sem o alcance da visão…
Eu procuro um cantinho bem na beira da estrada,
Para continuar com a esperança desse longínquo ideal.

Não sei se chego lá no balcão de atendimento!
Será com muito sacrifício quem dela requer o benefício,
Mas há quem me tenha dito: a sentença aumentou
Nos moldes de mais trabalho para render o tostão;
Sabe lá quando tudo termina!
A velhice não há de esperar!
Só Deus é conhecedor do nosso destino.
 
Ademar de Sousa Maria 
3 de maio de 2019. 

Mando de campo

Minha comadre mandou um recado,

Para que eu fosse à casa do Zé,
Mas não acreditei no mando de campo,
Por isso eu resolvi levar meu cavaquinho.

Quando da minha chegada à tardinha,
A casa estava rodeada de mistérios,
Mas não me dei totalmente conta
De que o festejo era no fundo do quintal.

Toda a plateia estava bastante ansiosa
Para dar logo início a comemoração,
Mas foi na voz estridente do compadre Justino,
Que os tambores rufaram ao som da tamanha alegria.

Em meio a tanta gente,
Solei meu cavaquinho,
Animando a festa de partido alto
E cantando minha mais nova canção.
 
Não te conto, minha iaiá,
Não te conto, meu ioiô,
O samba só deu por encerrado
Quando o dia clareou no meio do salão.

Ademar de Sousa Maria 
3 de agosto de 2011. 

Nazaré do coração

Eu vou correndo para Nazaré,

Uma vez que a ansiedade não controla a vontade
De estar entre os amigos e amigas
A começar pela minha sogra
E alguns parentes mais achegados.

Lá se vive um grande espetáculo!
Ondas de mais de trinta metros
Formam verdadeiras conchas d’água marinhas,
E os surfistas sobre elas
Dão um show de encenação,
Proporcionando a grandeza que há em Nazaré.

O rei adora minha visita,
Jogar conversa fora não é lamento
Diante da beleza que falo de Nazaré,
Pois toda a corte me abraça
Com um grande abraço no coração.
 
Ademar de Sousa Maria 
1º de janeiro de 2020. 

O aportar

Dinheiro não compra a felicidade de ninguém,

Muito menos do amor que se tem;
O farrista é o retrato da sua tolice;
O sábio é o caminho da sua direção.
 
Estou de bem naquilo que faço;
O destino é a estrada da minha conduta;
Por isso sou camarada na redondeza onde moro;
O segredo é estar de bem com a vida e com os amigos.

Meu amigo estava em um canto esquecido,
Sem animação, era a causa da sua moléstia;
Fiz de conta que estava esbanjando alegria
E dei um forte abraço de conforto no moribundo.

Tudo mudou de repente!
Um sorriso três por quatro estampou da sua boca;
De tanta euforia, saltitava de contentamento;
Logo sua vida aportou para um mundo ainda melhor.

Ademar de Sousa Maria 
26 de agosto de 2011.
 
Pedaço da África

Tu és mulher negra,
Tuas origens: Terras além-mar;
Encantadora de tua beleza,
Grandeza diáspora África-Brasil.

Tua presença está em nosso entorno,
Do contorno de tuas curvas,
Figura, forma geométrica
Que resplandece por este Brasil.

Tu és tão bela
Porque assim nasceste
Como o desabrochar de uma flor;
Em teu coração
A grandeza do teu amor.

Tens na alma a razão,
A grandeza no coração,
Que flutua nos ares da paixão
As grandes notas da pura emoção.

Tens um empoderamento
Do encanto de tua alma,
Sejas na beleza, em tua grandeza,
Negra de toda beleza na alma de quem te queira.

Ademar de Sousa Maria 
5 de junho de 2018.
 
Queridinha do papai

Menininha tão queridinha
Do papai e da mamãe,
Cante a cantiga do seu coração
Para a alegria do papai.
Mamãe foi à fonte buscar água,
Mas disse que tão logo ela vai voltar.

Menininha tão queridinha
Do papai e da mamãe,
Cante a cantiga do seu coração
Para a alegria do papai.
Mamãe foi à padaria
Comprar bolo de chocolate
Para festejar o aniversário da menininha.
 
Menininha tão queridinha
Do papai e da mamãe,
Cante a cantiga do seu coração
Para a alegria do papai.
Mamãe foi ao mercado fazer compra
Para encher a barriguinha da menininha.

Menininha tão queridinha
Do papai e da mamãe,
Cante a cantiga do seu coração
Para a alegria do papai.
Mamãe foi à loja comprar roupa
Para festejar o Natal
E o Ano Novo com a menininha.

Ademar de Sousa Maria 
25 de dezembro de 2019. 

Relação humana com a natureza

Hoje eu acordei

Com a maior indisposição do mundo,
Mas quando elevei meu pensar ao grandioso Universo,
Pude sentir uma verdadeira transformação em meu ego.
Pois já não estava ali
A pessoa que era antes de o sol nascer,
Mas a aurora não se fez de insensata
A um admirador da natureza.
Eu fui adiante de mim,
Narrando minha aventura e desventura
Aos amigos admiradores e demais presentes no meu vilarejo;
Em primeiro momento era algo de estranheza à minha fala,
Mas aos poucos foram entendendo
O que eu queria tanto dizer: a paz reinara
Nas minhas ações diante das pessoas em voga.

O amanhã sem dúvida
Será diferente do antes e do presente;
É como uma criança no seu nascimento de origem materna;
Aos poucos, a mudança transcorrerá com o passar do tempo,
Sem que as pessoas à sua volta
Tenham dimensão de sua grandeza
E vai alvorecendo a cada momento em sintonia com a natureza;
O verbo amar já não conclama mais adiante de sua costumeira ida,
Já que ainda é um tanto quanto menino
Começando uma estrada sem se referir ao final.
Quando tudo promete uma visão lógica
Do que virá na vida futura,
E o certo é caminhar
Na imaginação da obra do autor preferido.

A história é sensata
Quando a narrativa tem espaço para o bom senso;
Tudo é final da linha quando a esperança
Tem o encalce de seus limites,
Ou se tudo é poesia
Quando a dor da saudade permanece sentida!
Mas a lembrança é muito maior
Na voz do pássaro cantador,
Quando a natureza não tem alcance
Na entoada do canto alegre;
Assim construímos um saber soberano de grandeza sábia,
Em versos ou em prosa narrada na exatidão da luz divina.
Desse modo, seremos sabedores de nossos deveres,
Nossas ações na voz de quem pensa
O princípio de fé no entender do pensador;
Tudo será mais verdadeiro
Quando pensarmos a natureza maior.

Ademar de Sousa Maria 
2 de maio de 2019.

Sertão, espaço que é nosso

Lá, bem no topo da serra,

Eu edifiquei minha casinha,
Sem nenhuma riqueza
Para orgulho da minha vaidade,
Que era de um jumento, uma cabra
E a força do meu trabalho que Deus me deu.
Veio a seca, e um sol de rachar o chão,
A plantação não germinou neste chão seco,
Foi castigada pela falta d’água.
Faz tempo, não cai um pingo de chuva
Nesta terra do meu sertão olvidado!
Fé, eu tenho no Altíssimo, que há de chover…
Mas quando ela jorrar sobre a terra,
Quero ver nos olhares dos meus patrícios
O entusiasmo no plantio de suas plantações,
Bem como nas cantigas dos nossos ancestrais.
Salve Deus! Por ter ouvido nossas orações,
O sertão é nosso, e sempre vamos cultivar
Cada palmo deste chão tão querido pelos sertanejos.

Ademar de Sousa Maria 
4 de março de 2018.
 
Terra de Nazaré

Tudo estava certo

Para regressarmos à Terra de Nazaré,
Pois tínhamos que nos despedir
Dos nossos familiares à meia-noite
Do dia anterior a 20 de janeiro de 2020,
Para a comemoração da padroeira.
A noite apresentava-se de extrema escuridão
E não havia como pisar no chão;
De repente surge um enorme guaxinim,
Que fora guiando-nos a cada passo,
Logo que uma enorme lua cheia
Despontou nos céus com toda claridade.
Decerto que as dificuldades se manifestavam,
Mas aos poucos íamos superando com o passar da viagem;
Finalmente chegamos à Nazaré Encantada,
Ela brilhava aos olhares das pessoas
E tudo ali presente era tão maravilhoso
Que fora preciso acreditar que eu estivesse lá,
Rodeado de pleno encantamento da imponente Nazaré.

Ademar de Sousa Maria 
1º de janeiro de 2020.
 
Um espelho que não cabe em nós

Ainda ao romper do amanhecer a música soou

Discretamente da sua esplêndida melodia,
Dizendo que a áurea do novo dia
Despertou de elegante brilhantismo,
E que as plantas do jardim ao lado
Estavam extasiantes de alegria interior,
Que elas germinavam naquele instante de glória.

Tudo isso estava na imaginação do poeta,
Que descrevia com tamanha brevidade
Sua elegância nostalgia do seu lacônico raciocínio.
 Em sua pena de tinteiro ao raiar da aurora;
Já é tempo de narrar uma bela história,
Que se passa na narrativa do cineasta de cinema.
Talvez o poeta descreva com a voz de sentimento,
Encravando no peito uma harmonia bem mais encantadora.

Nem tudo parece tão difícil quando se quer avançar
Um objetivo em prol da causa bastante nobre.
Seja qual for a intensão do mensageiro ouvinte,
A estação fica logo ali em frente, atente ao sinal…256 Minha poesia
Já é hora de vivermos um novo tempo de espetáculo…
Desses que a natureza nos delineia em sua representação,
Talvez seja necessário atentarmos para fazer o mesmo
Com a maior perfeição de que só ela seja capaz dessa encenação.

Ademar de Sousa Maria 
5 de maio de 2019. 

Voz do povo sertanejo 

O mundo não é mais o mesmo,

Parece que tudo mudou por aqui,
A chuva não cai com frequência na terra seca,
O gado amofinado tomba de tamanha fome no meio do pasto
E um silêncio toma conta do lugar
Na imaginação do povo sertanejo.
Será que Deus vai mandar chuva,
Ou vamos morrer de sede
Nestes confins de mundo?
Pois minha força acabou
Sem ver a grandeza da minha terra;
Já se foi o tempo que tudo que plantava floria,
De fazer gosto na hora da colheita,
E todos agradeciam a tamanha fartura.
Quando nos dias de hoje
O cenário é de tristeza,
Mas a fé do sertanejo não acabou,
Ele reza todos os dias
Na esperança de ver reflorescer
Um novo sertão de abastança para sua gente.

Ademar de Sousa Maria 
20 de junho de 2017.

"Imagem do Elevador Lacerda" - Salvador - BA

“Elevador Lacerda”   Eu faço parte desta Terra, Pela tamanha grandeza, Tu és Salvador. Sou vertical, Chamam-me de “Elevador Lacerda”.   Eu s...